Piauí imunizou 84% da população contra influenza

Campanha foi prorrogada até dia 22 de junho

Piauí imunizou 84% da população contra influenza (Foto:Reprodução/Google)
Piauí imunizou 84% da população contra influenza (Foto:Reprodução/Google)

A Secretaria de Estado da Saúde (Sesapi) notificou 94 casos de influenza H1N1, sendo que 10 evoluíram para óbito. Os dados foram apresentados nesta quinta-feira (14), pela Diretoria de Vigilância e Atenção à Saúde.

Os casos de influenza H1N1 estão inseridos no perfil epidemiológico da síndrome respiratória aguda grave (Srag), que totalizaram 370 casos notificados, sendo:

– 94 casos confirmados com influenza H1N1
– 2 por adenovírus;
– 17 por metapneumovírus;
– 2 por parainfluenza 1;
– 87 não especificada;
– 146 em investigação.

Os dados são do Sinan Influenza Web. A Secretaria da Saúde já disponibilizou 20.500 unidades de Tamiflu para rede pública estadual e municipal para a assistência aos pacientes da síndrome respiratória aguda grave.

Imunização

Até agora, cerca de 579 mil piauienses foram imunizados contra influenza, representando 83,88 % da população alvo da campanha.

A campanha foi prorrogada até 22 de junho, porque como explica o superintendente de Atenção Integral à Saúde, Herlon Guimarães, essa prorrogação determinada pelo Ministério da Saúde é para os municípios que não atingiram a meta de 90% do público vacinal imunizado.

“É de extrema importância que as pessoas dos grupos prioritários procurem os seus municípios para a imunização”, explica Herlon. No Piauí, 13 municípios estão com cobertura vacinal abaixo de 60%.

O Ministério da Saúde enviou ao Piauí todas as 816 mil doses da vacina previstas para o estado, que já foram redistribuídas integralmente aos municípios.

 

A meta é vacinar 808 mil piauienses prioritariamente dos grupos:

– indivíduos com 60 anos ou mais de idade;
– crianças de seis meses a menores de cinco anos de idade (quatro anos, 11 meses e 29 dias);
– gestantes e puérperas;
– trabalhadores da saúde;
– povos indígenas;
– grupos portadores de doenças crônicas não transmissíveis e outras condições clínicas especiais;
– professores das escolas públicas e privadas;
– adolescentes e jovens de 12 a 21 anos de idade sob medidas socioeducativas;
– população privada de liberdade e os funcionários do sistema prisional.

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